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- Aviso n.º 904/2025/2, de 10 de janeiro
ff6fb057-5dba-44a0-a363-3abd04ac18cd < Back Aviso n.º 904/2025/2, de 10 de janeiro 2025, Todos Vencimentos Previous Next
- A acção do SPRC em defesa dos educadores de infância de outros subsistemas
a5e7ce2d-257c-4d18-980f-f3cc08bf7bf9 Up Pré-escolar Publicado a 8 de novembro de 2021 A acção do SPRC em defesa dos educadores de infância de outros subsistemas O caso de Miranda do Corvo e nos CHUC Ana Paula Pires, Coordenadora regional do SPRC da Educação Pré-Escolar, Membro do Conselho Nacional da FENPROF A função docente assume uma dignidade e responsabilidade específicas, independentemente de ser exercida no sistema público ou no sistema privado, no ministério da educação ou sob a tutela de outros ministérios, cuja concretização não é dissociável das condições laborais em que é exercida. Desde logo, cumpre esclarecer que há educadores de infância a exercer funções docentes em outros ministérios que não o da Educação. No caso das educadoras de infância de Miranda do Corvo, pertencentes ao Quadro Único do Centro Distrital da Segurança Social de Coimbra, o regime de exercício de funções é na Fundação Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional e resultou de uma cedência de interesse público do Ministério do Trabalho, Solidariedade e da Segurança Social (MTSSS) para esta Fundação, apesar de as educadoras nunca terem dado a sua anuência prévia ou terem assinado qualquer documento para que ocorresse tal situação. No caso das educadoras do quadro do Centro Hospitalar da Universidade de Coimbra são docentes do Ministério da Saúde (MS). Após várias reuniões com o Instituto da Segurança Social, o Centro Distrital da Segurança Social de Coimbra, a Inspeção Geral de Educação e Ciência e os Recursos Humanos do CHUC, e do envio para estas entidades de esclarecimento do que está em causa e de defesa do estatuto profissional das educadoras de infância sucede, que a posição da entidade concessionária, a Fundação ADFP, tem vindo a manifestar-se contrária à aplicação adequada das disposições legais constantes e anexas do Estatuto da Carreira Docente, pondo em causa inclusivamente o conteúdo funcional e profissional das docentes e já o Conselho de Administração do CHUC ainda não concretizou o descongelamento da carreira docente que teve inicio há 1 ano atrás. Numa e noutra situação a acção do Sindicato tem sido a pressão constante para a resolução dos problemas, que têm a ver, primordialmente, com aspetos da aplicação do Estatuto da Carreira Docente, tais como as progressões na carreira e o seu descongelamento, iniciado em 1 de janeiro de 2018, a avaliação de desempenho, a organização semanal do horário de trabalho (35 horas composto por componente letiva e não letiva), em suma, com o regime correspondente ao exercício de funções docentes como educadoras de infância pertencentes aos quadros do MTSSS e MS. A acção do SPRC vai continuar, também nestes subsistemas, na defesa de um estatuto socioprofissional que reconheça direitos e deveres adequados à função docente.
- Teatro Efémero
27af30af-5146-4a7a-8c56-80bccd96750a Up Associação Cultural Teatro Efémero teatroefemero@gmail.com facebook.com/teatroefemero.sintra/ instagram.com/teatroefemero/ 912 122 796 968 814 422 925 421 647 Site
- Portaria n.º 11/2024, de 18 de janeiro
fb39b715-8a5a-4e46-8d54-2ea488abce02 < Back Portaria n.º 11/2024, de 18 de janeiro 2024, Todos Férias Previous Next
- Nota Informativa da DGAE, de 8 de Novembro
608ecbf4-67bc-4413-bfa9-505f5117e055 < Back Nota Informativa da DGAE, de 8 de Novembro 2024, Todos Concursos Previous Next
- Declaração de Retificação n.º 48/2019, de 3 de Outubro
fcd6c78b-7d68-4e47-b2c5-31bd18849ffc < Back Declaração de Retificação n.º 48/2019, de 3 de Outubro 2019, Todos Faltas férias e licenças Previous Next
- Fanny Meunier (PhD) | SPRC
< Back Fanny Meunier (PhD) Re-examining authenticity under the agency lens This talks examine the complex interplay of agency between human (teachers, learners) and non-human elements (ranging from traditional materials to current artificial intelligence tools). It will provide concrete examples for discussing and redefining authenticity in language education in three modes of agency: direct personal agency, proxy agency (via other human and/or non-human agents) and collective agency. Previous Next
- Benjamin Moorhouse | SPRC
< Back Benjamin Moorhouse Preparing language educators for the GenAI-embedded world: Keeping things ‘real’ in a world of ‘illusion’ GenAI tools are clearly powerful and offer the potential to support language teachers in achieving their pedagogical goals. However, they have limitations, can be misused, and have created ethical issues and real-world impacts. In this talk, we will explore how language teachers can use GenAI tools to enhance their professional practices and support them in achieving their pedagogical goals. We will also examine some of the critical questions associated with their development. Fundamental to our exploration will be the central role of language teachers in helping learners navigate what is ‘real’ and what is ‘illusion’ in the GenAI-embedded world. Previous Next
- Flag Hotel Santarém
7a3a5c51-2195-458c-b570-ef0cdc167d26 Up Alojamento Flag Hotel Santarém Auto Estrada A1 Km 84 Área de Serviço Santarém, 2000-701 Pernes 243 440 302 bookings.santarem@flaghotels.pt 10% de desconto sobre as melhores tarifas disponíveis REGALIAS AOS SÓCIOS · OUTROS DISTRITOS
- As mulheres no associativismo popular (*)
aaef8633-8193-476b-9321-8ca01279e3f9 Up Igualdade de género Publicado a 19 de abril de 2022 As mulheres no associativismo popular (*) Isaura Reis Professora, ex-dirigente do SPRC, doutora em Educação, ativista cultural e dos direitos dos cidadãos, ex-Presidente da Beira Serra – Associação de Desenvolvimento Local, ex-dirigente do GIC – Grupo de Intervenção Cultural da Covilhã, ex-dirigente da Cooperativa Rádio Clube da Covilhã, galardoada com “Mulheres Notáveis da Cova da Beira” (categoria de Cidadania) em 2019/20 Há longas décadas que a cada 8 de Março se evocam as lutas travadas e se celebram os direitos conquistados por mulheres. É assim desde a grande passeata de 26 de Fevereiro de 1909 realizada por cerca de 15 mil mulheres em Nova York, desde que em Agosto de 1910, a alemã Clara Zetkin na Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas propôs a criação de uma jornada de manifestações e desde que em 1975 a Organização das Nações Unidas (ONU) oficializou o 8 de Março como Dia Internacional da Mulher. Mas a luta das mulheres continua atual pese embora o conseguido pois a exploração, a alienação e a opressão persistem. De facto, tem sido árdua a luta pelos direitos laborais, sociais e culturais, ao corpo, à determinação, à dignidade, ao voto e à plena cidadania. Durante séculos as mulheres estiveram confinadas a uma função exclusivamente doméstica, tendo sido na sua condição de proletárias que conquistaram a entrada no espaço público. Sem rendimentos, instrução e capital (fundiário ou imobiliário) não detinham cidadania e direito de voto. Com o 25 de Abril de 1974, a Constituição de 1976 e a revisão do Código Civil (1977) a desigualdade e a inferioridade legais foram ultrapassadas, porém, pese embora toda a legislação progressista aprovada, o quotidiano das mulheres ainda é marcado por desigualdades. Não que as leis não ajudem, só que não chegam para acabar com gritos de dor, violência, estereótipos e injustiças. É preciso muito mais para criar condições facilitadoras de mudança. Mas falemos de ASSOCIATIVISMO, tema desta iniciativa. Pois o associativismo é fundamental para uma melhor organização das sociedades democráticas, uma vez que alia liberdade e igualdade. Em Portugal no século passado o associativismo entre mulheres esteve muito ligado às questões sociais (paz e guerra; assistência à infância, idosos e desprotegidos) e pontualmente às questões gerais da condição feminina. Mas, à medida que a mulher se proletarizou e se instruiu a sua participação na vida social globalmente cresceu, foi criando diferentes nichos de interesse e intervenção, mas também passou a ser cada vez mais abrangente e transversal. Ora esta evolução acompanha o tempo histórico e assume-se qualitativamente diferente de acordo com a estrutura e organização social, a geografia e a identidade dos povos e dos lugares. De facto, a vida humana, de mulheres e homens, não foge à dinâmica da divisão e organização do trabalho, está sujeita aos mecanismos, visíveis e invisíveis, da reprodução social das desigualdades, incluindo o género, de reconhecimento social e também é arena de poder (exercido e conquistado). Hoje em Portugal há mais de 4 centenas de associações de mulheres ( https://feminista.pt/organizacoes ). Podemos dizer que há de tudo. Associações feministas, puras, e muitas e variadas associações cujo objeto é a condição feminina e cuja organização e direção conta com muitas mulheres. Alguns exemplos: Associação Portuguesa de Mulheres Juristas Pelos Direitos Humanos das Mulheres AMCDP Associação de Mulheres Cabo Verdianas na Diaspora em Portugal APAV | Associação Portuguesa de Apoio à Vítima Associação Mulher Migrante MARP - Associação das Mulheres Agricultoras e Rurais Portuguesas UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta MDM - Movimento Democrático de Mulheres AMEP – ASSOCIAÇÃO DAS MULHERES EMPRESÁRIAS EM PORTUGAL Se falarmos de associativismo profissional não nos podemos deixar enganar pelo facto de termos hoje uma mulher na coordenação da maior confederação nacional de sindicatos. Muito ainda há a fazer, mesmo sabendo que entre as profissões nas áreas da educação e saúde o número de mulheres associadas, ativistas e dirigentes ser bastante significativo. No vasto mundo do associativismo popular as mulheres também têm feito algum caminho, conquistando algum espaço num universo marcadamente masculino. Nas dezenas de milhar de coletividades por esse país fora temos muitas mulheres a exercerem um papel cada vez mais destacado quer enquanto filiadas, praticantes ou dirigentes. Claro que a paridade está longe de estar alcançada e num país com uma democracia jovem e uma população envelhecida a divisão dos papéis entre homens e mulheres ainda é marcada por estereótipos sexistas, existindo a necessidade de compreender como as questões de género e de classe interferem e interagem com a condição da mulher dirigente associativa. Promover a igualdade de género, valorizar o papel das mulheres no movimento associativo popular, destacando a sua participação cívica, o seu contributo para a sociedade, para as populações e as comunidades locais, é urgente e necessário. É urgente e necessário superar contradições e mudar de políticas. Superar contradições já que os que têm feito aprovar legislação laboral que contradiz o exercício da cidadania plena, de quem trabalha, são os mesmos que enaltecem as virtudes da paridade. Quando o Código do Trabalho regula de forma limitativa a assistência à família, quando o sindicalismo enfrenta dificuldades, quando aumenta o período experimental dos contratos e os horários de trabalho, quando se flexibilizam bancos de horas e se ganha mal não é expectável existirem condições para que as mulheres invistam, tempo e esforço, na participação cívica, no associativismo e na política. Nos tempos que correm as mulheres trabalhadoras têm duplas e triplas jornadas de trabalho. Ser mulher, trabalhadora, cidadã ativa, dirigente associativa, sindicalista e militante de causas e projetos só serão realidades possíveis e significativas quando existirem grandes mudanças, designadamente: (i) emprego estável e com direitos; (ii) salários dignos; (iii) alteração de rotinas e papeis na vida familiar; (iv) acesso a serviços e mecanismos de apoio à conciliação entre a vida profissional, social, pessoal e familiar; (v) estímulos e apoios a uma cidadania de proximidade. Mudar de política deixando de continuar a entender as questões de género somente como questões sociais ou de direitos. Urge integrar a perspetiva de género enquanto estratégia e fator essencial para o desenvolvimento económico em prol de uma melhor sociedade. São precisas outras políticas que tenham os direitos das mulheres como prioridade. Mas para isso, serão precisas muitas lutas que tragam ao nosso tempo histórico um tempo novo liberto de explorações e injustiças. Isso está nas nossas mãos, nas mãos das mulheres e dos homens portugueses. Fundão, 16 de Março de 2022. * Comemorações do Dia Internacional da Mulher, 16 de março de 2022, Sindicato dos Professores da Região Centro e Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, Conferência: “As Mulheres no Associativismo”, com Deolinda Nunes, Isabel Graça e Isaura Reis
- Institutoptico - Comércio de Óptica, Lda
f287f89b-fca4-4382-a4ab-f8942dbbe89c Up Saúde e bem estar Institutoptico - Comércio de Óptica, Lda Consultar em www.institutoptico.pt a lista de lojas aderentes em todo o país. 213 516 350 www.institutoptico.pt 20% de desconto – Óculos graduados; Armações; Lentes 15% de desconto – Lentes de Contacto e outros produtos de contactologia; Óculos de Sol 10% de desconto - Outro material óptico (binóculos, microscópios, lupas, etc) Limpeza e Regeneração de lentes de Contacto – Grátis Descontos diversos nos serviços Não acumulável com outras promoções REGALIAS AOS SÓCIOS · CASTELO BRANCO
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