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FENPROF faz balanço da abertura do ano letivo e perspetiva ano que se apresenta como o da municipalização

O ano letivo 2021-2022 inicia-se com as escolas e os professores a viverem os problemas de sempre, que não foram resolvidos pelo Ministério da Educação, apesar de, ano após ano, os representantes dos diversos membros da comunidade educativa chamarem a atenção para a necessidade da sua resolução.

Por esse motivo, para fazer uma avaliação do arranque do novo ano letivo e para apresentar aquelas que são as exigências dos docentes, a FENPROF realiza na sexta-feira, 17 de setembro, uma Conferência de Imprensa, no Porto.

Quanto ao ministro da Educação, ao invés de reunir com as organizações sindicais dos professores, dialogando e negociando soluções para os problemas, prefere pintar a abertura do ano letivo em tons de rosa, fazendo afirmações que não se confirmam na realidade e manipulando números para seu benefício.

A FENPROF esteve nas escolas, reuniu com organizações representativas de outros membros da comunidade educativa e está em condições de afirmar que, apesar das afirmações do ministro e de o ano letivo 2021-2022 ter sido anunciado como um ano em que seriam desenvolvidas estratégias de recuperação de défices agravados pela pandemia, as escolas abrem portas com os problemas de sempre e os professores iniciam o trabalho com os alunos, sem que tivessem sido melhoradas as condições de trabalho e com alguns dos seus direitos fundamentais (carreira, estabilidade e outros) a continuarem a ser postos em causa.

Com o objetivo de fazer o balanço da abertura do ano letivo, bem como tornar públicas as suas expetativas para o ano que agora se inicia, que poderá ficar marcado pela generalização do processo de municipalização da Educação, a FENPROF promove uma

Conferência de Imprensa

Porto, 17 de setembro (sexta-feira) - 11:00 horas

Sede do SPN (Edifício Cristal Park - Rua D. Manuel II)

 

O Secretariado Nacional da FENPROF

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