Greve põe em evidência embargo do governo à resolução dos problemas

O Secretário-geral da FENPROF, junto à Escola Secundária Avelar Brotero, em Coimbra, explicou aos órgãos de comunicação social presentes as causas de uma tomada de posição que os professores e educadores de infância não podiam deixar de fazer, num quadro de grande embargo do governo/ministério da Educação à resolução dos problemas. 

Na sua explicação, Mário Nogueira dando relevo à situação de bloqueio negocial que impede a resolução de muitos problemas profissionais, mas também para as escolas e os alunos, e tem quase um ano (última reunião com o ministro foi em 22 de janeiro), revelou quais os dossiers que aguardam a marcação de reuniões de negociação (recomposição da carreira, aposentação e rejuvenescimento do corpo docente, horários e condições de trabalho, concursos e estabilidade de emprego).

Ou seja, Tiago Brandão Rodrigues recusa discutir propostas dos sindicatos para resolver problemas profissionais graves (envelhecimento e regime de aposentação, recomposição da carreira e atratividade da profissão, horários e condições de trabalho, concursos de professores e combate à enorme precariedade que afecta a profissão), que estão a pôr em causa a própria sobrevivência da Escola Pública tal como a Constituição da República a define, mas também novos problemas que decorrem da situação de pandemia e da falta de professores.

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