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Apelo aos dirigentes da FENPROF e aos dirigentes, delegados e ativistas dos seus sindicatos

Com o objetivo de quebrar o bloqueio negocial, de reclamar respeito pelos direitos e de exigir condições de segurança sanitária nas escolas que salvaguardem a saúde e a vida, dos professores, como de toda a comunidade, o tempo que vivemos também tem de ser de luta para os professores.

- texto, na íntegra, do apelo aos dirigentes, delegados e ativistas sindicais

Para além daquelas ações, que decorrerão já esta semana, é preciso que nas escolas aumente o número de professores a aderir à greve ao sobretrabalho (não te esqueças de informar se na tua escola há quem esteja a fazer esta greve); é preciso promover a Petição contra a municipalização da Educação, um erro em que o governo insiste; será necessário divulgar e garantir a resposta dos colegas a um inquérito, destinado a conhecer a opinião dos professores sobre condições de trabalho e direitos laborais, mas, igualmente, a sua disponibilidade para lutarem e quais as principais formas de luta a que admitem aderir.

É claro que os tempos não são fáceis, pelo contrário, são, seguramente, os mais difíceis que alguma vez vivemos, mas, por isso mesmo, o papel dos delegados e dirigentes sindicais cresce de importância. É em nós que os colegas confiam para dar resposta às dificuldades que surgem; é sobre nós que os colegas têm os olhos postos quando é necessário agir; somos nós, pelas funções que assumimos, que temos de dar o exemplo e “puxar” pelos nossos colegas.

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