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A Frente Comum não aceita que o governo imponha a sua agenda política aos trabalhadores da Administração Pública

Mais de dois meses depois de decretado o estado de emergência, da tomada de várias medidas que afetaram os trabalhadores da Administração Pública nos seus salários e nas suas vidas, perante um cenário constante de incerteza e de decisões tomadas sempre de costas voltadas para os trabalhadores e para a Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, o Secretário de Estado da Administração Pública, finalmente, convocou uma reunião para dia 8 de junho.

Ignorando todos os pedidos de reunião que lhe foram dirigidos pela FCSAP e as muitas denúncias concretas dos problemas vividos pelos trabalhadores nos serviços públicos, o Governo pretende pura e simplesmente seguir a agenda normal das negociações, isto é: impor a sua agenda política.

A FCSAP exige que sejam discutidos, ponto a ponto, todos e cada um dos problemas sentidos nos vários setores da Administração Pública e reafirma que este é o momento de garantir políticas de reforço dos direitos dos trabalhadores e de investimento público nas funções sociais do Estado e, nesse sentido, reitera o compromisso de se bater pelas medidas constantes da Proposta Reivindicativa Comum para 2020, apresentada ao Governo há quase um ano, sem que tenha sido objeto de verdadeira negociação.

A FCSAP exige ainda que sejam tomadas medidas urgentes, que garantam o regresso ao trabalho e a reabertura dos serviços com todas as condições de saúde e segurança para trabalhadores e utentes e colocará ao governo exemplos concretos das dificuldades e violações dos direitos dos trabalhadores, para os quais é necessária uma resposta imediata.

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