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- Criado em 08.11.18

Sindicatos da FENPROF preparam grande acção de apoio à luta dos Professores
Entre 12 e 16 de Novembro, em todo o país, os Sindicatos da FENPROF estarão na rua em contacto com as populações. O grande objectivo é recolher milhares de postais de apoio à luta dos docentes pelo direito à contagem do tempo de serviço que exerceram com mérito e respondendo sempre às exigências científico-pedagógicas que lhes estão atribuídas.
NA REGIÃO CENTRO
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DATA |
HORÁRIO |
LOCAL |
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12 de Nov. |
11H00 – 14H00 |
AVEIRO – Praça Joaquim Melo Freitas |
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12 de Nov. |
12H30 – 13H30 |
C. BRANCO – Mercado Municipal/Avª 1.º de Maio |
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12 de Nov. |
17H00 – 18H00 |
COVILHÃ – Garagem de S. João |
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12 de Nov. |
11H00 – 13h00 |
COIMBRA – Praça 8 de Maio |
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12 de Nov. |
15H00 – 17H30 |
FIG. DA FOZ – Largo Luís de Camões |
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12 de Nov. |
11H00 – 13H00 |
GUARDA – Largo João de Almeida |
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14 de Nov. |
10H00 – 12H00 |
SEIA – Avenida 1.º de Maio |
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12 de Nov |
11H00 – 12H30 |
POMBAL – à entrada do Mercado Municipal |
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14 de Nov |
12H00 – 13H00 |
LEIRIA – Largo da República |
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12 de Nov. |
11H00 – 14H00 |
VISEU – Rossio |
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12 de Nov |
10H00 – 13H00 |
LAMEGO – Soldado Desconhecido |
A profissão docente, apesar da importância social que tem, dos resultados que tem obtido e do contributo que dá para o prestígio e para o crescimento económico do país, tem sido tratada sem a consideração que merece.
Para além do contorcionismo que tem sido exercido sobre as carreiras dos professores e educadores, praticamente com todos os executivos, desde 2005, esperava-se que o actual, até pela expectativa criada, mas principalmente pela justiça que deveria ser exercida, repusesse a carreira docente na sua estrutura e retirasse todos os vícios que sobre ela têm sido exercidos.
Esta desestruturação da carreira, a par da absoluta precariedade de muitos milhares de docentes, bem como a sua burocratização e desregulamentação dos horários de trabalho, tem levado os docentes a persistirem na sua acção desenvolvendo diversas e prolongadas formas de luta.
É esta não desistência que leva a que, de novo, e já desde 29 de Outubro, os professores estejam a fazer greve ao serviço não lectivo ilegal e a todo o serviço extraordinário imposto e não remunerado. Estima-se em muitas centenas de milhões de euros por ano que o Estado poupa com a imposição de serviço extraordinário, anualmente agravado, fazendo com que, semanalmente, em média, os professores façam 11 horas mais de trabalho, fazendo das 35 horas semanais mera ficção.
Por todos estes motivos, os professores vão estar na rua a pedir à população que os apoie nesta luta, recolhendo milhares de postais que serão, depois, entregues ao Primeiro-Ministro de Portugal.

