Curiosamente, no dia da referida reunião, o Ministério da Educação fez sair uma nota à comunicação social na qual refere, de forma correta, alguns dos procedimentos que as escolas deveriam adotar. Contudo, nunca enviou essa informação às escolas, pactuando e continuando a tirar partido de todas as ilegalidades e dos abusos que estão a ser praticados e que determinam horários de trabalho semanais com mais 30% de duração do que o fixado em lei.

É inaceitável que o mesmo governo que recusa recuperar os anos de serviço dos docentes pretenda que, ao final de cada ano, os professores, tendo em conta os limites legais fixados, tenham trabalhado 15 e não 12 meses.

A greve que os professores irão realizar destina-se a atingir dois objetivos: exigir a recuperação de todo o tempo de serviço cumprido pelos professores; respeitar o horário de trabalho dos docentes, tal como a lei o estabelece.

Com o objetivo de clarificar os termos em que professores e educadores deverão participar nesta greve, a FENPROF divulga alguns esclarecimentos.

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