No ofício enviado a Andreas Schleicher, a FENPROF refuta os dados divulgados pela OCDE relativos aos salários e aos horários de trabalho dos professores, «solicitando que os dados relativos aos professores em Portugal sejam corrigidos, bem como a informação prestada pela entidade que os forneceu ou os documentos que, desta, foram recolhidos». 

Para a FENPROF, «os dados que a OCDE divulgou, não só falsearam estas duas realidades da atividade docente em Portugal (salário e horário) como serviram para, junto da opinião pública, denegrir a imagem dos professores, através da divulgação de informações que, por não serem verdadeiras, os docentes de Portugal pretendem ver corrigidas, reiterando a FENPROF o pedido de informação sobre como recolheu a OCDE os dados que divulgou», sublinha no ofício. 

Também hoje, a FENPROF solicitou ao Ministério da Educação a marcação de uma reunião suplementar sobre a recomposição da carreira docente, dada a situação de impasse a que se chegou «devido à intransigência do governo em eliminar parte do tempo que foi prestado pelos docentes, contrariando o artigo 19.º da Lei do Orçamento do Estado para 2018». 

Nesta reunião, a FENPROF «pretende entregar uma proposta que, respeitando a Lei do Orçamento do Estado de 2018, estabeleça o modo e o prazo de recuperar o tempo de serviço não contabilizado para efeitos de carreira». 

Está em... Home Última Hora FENPROF exige esclarecimentos à OCDE e pede reunião suplementar ao governo