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Forte resposta da administração pública na greve de hoje

Professores exigem respostas positivas do Governo e do Ministério da Educação É tempo de resolver problemas! Convergindo com os demais sectores da Administração Pública e, assim, encerrando cerca de 90% das escolas, os Professores e Educadores fizeram a maior greve dos últimos quatro anos, com elevadas adesões num significativo número de escolas. 

Dados de adesão à Greve – 27 Out – Região Centro 

pdf dados de adesão à Greve obtidos até às 15h30

pdf dados de adesão à Greve [por distritos]

Com esta greve, os professores e educadores fazem um sério aviso ao Governo, de que não aceitam a forma como este pretende descongelar as suas carreiras, apagando mais de uma década de serviço cumprido e, para alem disto, impondo uma inaceitável discriminação em relação a outras carreiras.

Os docentes, em convergência com os restantes trabalhadores da administração pública, fizeram greve:

  • Porque não concordam com a farsa de descongelamento que o governo propõe para o orçamento do Estado de 2018, nem com o apagamento do tempo de serviço perdido entre 2005 e 2017, cerca de 9 anos e 4 meses;

  • Porque discordam do processo faseado de descongelamento, agravado por os docentes não serem colocados no escalão a que têm direito, tal como define o seu Estatuto de Carreira. Os professores ficarão a perder, conforme o seu posicionamento, entre cerca de 250 € e 780€ por mês, sendo que todos os que ingressaram na carreira depois de 2010 continuam retidos no primeiro escalão;

  • Porque muito mais de 50% dos docentes dos ensinos básico e secundário estarão impedidos de aceder aos últimos escalões por força das opções que o Governo segue para o “descongelamento”;

  • Porque exigem um regime específico de aposentação que permita fazer face ao desgaste verificado na profissão e que garanta o rejuvenescimento do corpo docente;

  • Porque exigem do governo a devida regulamentação da componente não lectiva, de forma a dela retirar todas as actividades directas com alunos (situação que, aliás, motiva a realização de greve a estas actividades da componente não lectiva entre 6 de Novembro e 15 de Novembro);

  • Por um regime de concursos justo e pelo direito à vinculação dos professores e educadores que respondem às necessidades permanentes das escolas e do sistema educativo;

  • Por um regime de gestão democrática;

  • Contra a municipalização da Educação!
  • O SPRC disponibiliza os dados actualizados da greve na região centro por distrito em http://www.sprc.pt/index.php/ultima-hora/2694-dados-de-adesao-a-greve-nas-escolas-e-jardins-de-infancia

     

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