Reunião no Ministério da Educação confirma:

Sem luta, os problemas não serão resolvidos e tenderão a agravar-se. A FENPROF reuniu, em 5 de abril, com o Ministro da Educação. Nessa reunião, como tinha anunciado, apresentou uma proposta de Compromisso a assumir com os professores e educadores (ver documento) em torno de 7 aspetos concretos de grande importância para os docentes. As respostas do Ministro ao repto colocado foram extremamente vagas, não tendo assumido compromissos concretos, em alguns dos casos alegando que ultrapassam a esfera de responsabilidade exclusiva do ME. 

Em 18 de abril “Damos o rosto pela Profissão e pela Educação”

arroba Na região centro - Inscrição nos transportes em http://luta.sprc.pt/

Essa foi a justificação para a ausência de compromisso relativamente ao descongelamento das carreiras, à negociação de um regime especial de aposentação para os professores, à aprovação de uma “norma-travão” mais favorável ou à garantia de abertura de novos processos de vinculação nos próximos anos, pois, independentemente da posição do ME, a decisão será sempre de nível superior.

arroba [Ler texto completo deste comunicado, enviado à comunicação social após a reunião com o ministro]

Esta foi uma reunião sem resultados concretos, que confirma a ideia de que a luta é essencial para resolver os problemas da Educação e, em particular, os que atingem os professores e educadores.

A FENPROF reiterou que é tempo de o ME investir nas pessoas, em particular nos profissionais docentes, não chegando palavras de reconhecimento.

Exigem-se medidas que correspondam a políticas de valorização dos docentes, em domínios como o das condições de trabalho, da renovação geracional ou da efetivação de direitos.

Basta olhar para o grau de resolução dos problemas que constam do Dossiê entregue ao Ministro em 29 de julho de 2016 (ver documento) para compreender que, depois de um conjunto de medidas tomadas em início de mandato, pouco mais foi feito para resolver problemas que subsistem.

É necessário, pois, lutar:

- por melhores condições de trabalho;

- por medidas que atenuem o tremendo desgaste a que estamos sujeitos;

- pela vinculação de quem está em precariedade;

- pela aposentação dos que já exercem a sua atividade há décadas;

- pelo direito à progressão na carreira sem novos constrangimentos e reparando os problemas que subsistem;

- contra a municipalização da Educação;

- pela gestão democrática das escolas.

O primeiro momento dessa luta vai ter lugar no próximo dia 18 de abril, em Lisboa.

Dando o rosto pela Profissão e pela Educação, professores desfilarão, unindo o Ministério da Educação e a Residência Oficial do Primeiro-Ministro, transportando uma faixa de 500 metros com fotografias de docentes exibindo as suas reivindicações.

A NOSSA FORÇA ESTÁ NA NOSSA DISPONIBILIDADE PARA A LUTA!

Dá o teu rosto à luta pela nossa Profissão!

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